sexta-feira, 21 de novembro de 2008


Quantas vezes falamos ou fazemos coisas que por impulso depois nos arrependemos, e quando isso acontece a dor é insuportavel, por que você quer voltar e fazer tudo diferente, mas o tempo é implacável, quantas vezes perdemos um detalhe somente por que achamos que não seria valido, quantas vezes desviamos o olhar daquela que seria nosso grande amor, me pergunto como seriam as coisas se nós tivéssemos a coragem de exprimir todos os sentimentos aprisionados, como seria mais simples o convívio com as pessoas que mais gostamos, que mais amamos, acho que isso é covardia, somos todos covardes em alguns momentos de nossa vida, hora mais, hora menos covardes, mas sempre somos, acho que talvez por medo, insegurança, disso tudo fica somente uma triste lembrança daquilo que poderíamos ter feito e não fizemos, ou fizemos mas de uma forma que somente nós teríamos algum proveito, sem levar em consideração o outro lado, o outro sentimento, a outra individualidade, estas palavras são como um desabafo para alguns sentimentos reprimidos, sentimentos esses escondidos nos mais profundos cantos.

Passamos por momentos em nossas vidas, onde temos uma fome de aprender, de dar, de receber tão grande que muitas vezes trocamos um simples olhar, um sorriso, um abraço, a companhia, pelo sentimento mais puro e verdadeiro que existe o “AMOR”, queremos amar somente em troca desses verbos, não nos interessa mais nada, somente isso basta para que sejamos felizes, e todos os nossos pensamentos e atitudes, são em função deste sentimento.

Eu digo que a alegria não é um sentimento, e sim um estado, onde tudo que olhamos, tudo que sentimos é uma mistura sinistra de sentimentos, muitas vezes confundimos todo este caldeirão de emoções, com AMOR, quando isto acontece e nos deparamos com a realidade.